terça-feira, 11 de junho de 2013

De vez em quando

As feridas são mesmo muitas
e se abertas, poucas vezes doem pouco.

Mas podem ser suportadas, convividas, apagadas e
quem sabe

reinventadas já com a cura.
Sofrer é está vivo..
"é morrer de vez em quando"
Vivo morrendo, tentando viver.

Então, saudade é a grande ferida aberta,
é o peito que dói sem licença nem alerta.
A saudade, não devia ser para mortais...
Por que são tão iguais.
Se eu pudesse,eu seria o único desisentimentalizado.

A Chave

O paraíso da vida, é uma maravilha....vejamos só:
o tanto...o quanto nos atrai..

As aves do céu, a abelha e o mel...
e o meu amor...

Eu e você, juntos, iremos achar
a chave da porta que fechada se encontra..

Pra quem quer amar.

O sol nascendo, por trás das montanhas,
zumbidos e ventos
aromas e flores
a brisa caindo...

Pra quem quer amar...amar.
Pra que quer amar ?

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Cais

Na sombra do contorno que desenhei apareceu seu rosto. Beijava o meu. Não tinha o gosto do beijo seu, mas era original...me pareceu.

Entendeu a mensagem do meu rosto, sentiu da minha boca o gosto do único beijo de despedida, entendeu a vida.


Você partiu... em dois pedaços...aquele abraço...que era só um...levou os dois consigo mesmo.

Levou mesmo aquele abraço que era só um, partindo em dois pedaços você ficou com os dois.

Então livre-me de todos os “ais”, transforme do que seja um caos...num “cais”