segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Palhoça:
Era um ângulo diferente...a claridade da lua
Víamos em dias da gente a luz da silhueta sua.
Queríamos que permanecesse a história que era nossa.
Nossa história era o mundo que cabia na palhoça.
O mundo era aquele que o vento soprava,
o rio era aquele, que beijava o vento
que nos beijávamos.
Era fim do dia, era aquele o dia...
"era um dia diferente..." vc dizia
marcar um dia...
a palhoça da gente.
A vida é composta por uma música que devo
e não foi tocada.
A vida é confusa, a vida oposta...
A vida é o que sentíamos na palhoça que era nossa ?
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Deixa
Não chore tão baixo, não chame o meu nome.
Deixa eu te acho.
Deixe que eu some, a amargura que te causei...
Deixa
eu sei, vou morrer em teus braços.
Deixa
A tua fome não é igual a minha saciedade.
Deixa
A minha ansiedade foi você quem causou.
Deixa
a Minha dor sempre existiu
foi ela que pediu pra você não chorar.
Deixa
O que acabou vai nascer
e o que perder
vai ganhar...
O que morreu quer viver
e quem desamou quer amar.
Deixa.
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
...Quis se prender a imagem de seu castelo.
Quis entender porque viam o mundo tão belo.
Olhou em volta, abriu a porta
era ela mesma chegando
para enxugar as lágrimas dela
chorando.
Mas como pode, se agora as lágrimas eram suas?
Mas como sabe, se agora eram duas?
Uma o mundo, a outra,
a solidão da rua.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Cicuta
Saboreie cada doce gota sem pudor...
a mim, reservaram a face oculta do prazer: aquela que dar
e quer receber
aquela que me faz escravo, sem sentir que entre a
rosa e o cravo, há um espinho maldito chamado...
viver!
O desejo é o último ato do ápice dos costumes mortais.
É o que nos faz pecar docemente,
fazendo do toque, antes inocente,
a máxima loucura dos instintos imorais
somos mortais.
terça-feira, 11 de junho de 2013
De vez em quando
As feridas são mesmo muitas
e se abertas, poucas vezes doem pouco.
Mas podem ser suportadas, convividas, apagadas e
quem sabe
reinventadas já com a cura.
Sofrer é está vivo..
"é morrer de vez em quando"
Vivo morrendo, tentando viver.
Então, saudade é a grande ferida aberta,
é o peito que dói sem licença nem alerta.
A saudade, não devia ser para mortais...
Por que são tão iguais.
Se eu pudesse,eu seria o único desisentimentalizado.
As feridas são mesmo muitas
e se abertas, poucas vezes doem pouco.
Mas podem ser suportadas, convividas, apagadas e
quem sabe
reinventadas já com a cura.
Sofrer é está vivo..
"é morrer de vez em quando"
Vivo morrendo, tentando viver.
Então, saudade é a grande ferida aberta,
é o peito que dói sem licença nem alerta.
A saudade, não devia ser para mortais...
Por que são tão iguais.
Se eu pudesse,eu seria o único desisentimentalizado.
A Chave
O paraíso da vida, é uma maravilha....vejamos só:
o tanto...o quanto nos atrai..
As aves do céu, a abelha e o mel...
e o meu amor...
Eu e você, juntos, iremos achar
a chave da porta que fechada se encontra..
Pra quem quer amar.
O sol nascendo, por trás das montanhas,
zumbidos e ventos
aromas e flores
a brisa caindo...
Pra quem quer amar...amar.
Pra que quer amar ?
O paraíso da vida, é uma maravilha....vejamos só:
o tanto...o quanto nos atrai..
As aves do céu, a abelha e o mel...
e o meu amor...
Eu e você, juntos, iremos achar
a chave da porta que fechada se encontra..
Pra quem quer amar.
O sol nascendo, por trás das montanhas,
zumbidos e ventos
aromas e flores
a brisa caindo...
Pra quem quer amar...amar.
Pra que quer amar ?
segunda-feira, 10 de junho de 2013
Cais
Na sombra do contorno que desenhei apareceu seu rosto. Beijava o meu. Não tinha o gosto do beijo seu, mas era original...me pareceu.
Entendeu a mensagem do meu
rosto, sentiu da minha boca o gosto do único beijo de despedida, entendeu a
vida.
Você partiu... em dois
pedaços...aquele abraço...que era só um...levou os dois consigo mesmo.
Levou mesmo aquele abraço
que era só um, partindo em dois pedaços você ficou com os dois.
Então livre-me de todos os
“ais”, transforme do que seja um caos...num “cais”
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Bandagem
Na hipótese que estamos evoluindo e que essa não é a vida que deveríamos viver, mas é nossa realidade.Então cansei...
Me dê a vida que tenho direito ou a morte que mereço.
Contarei os dias numa contagem regressiva para a chegada do regresso, com a expectativa de que milagres existem e que por certo...
Sinto um frio incomum, um aviso desconexo
de que a vida é isso: um par de momentos, uma bandagem nos ferimentos.
Na hipótese que estamos evoluindo e que essa não é a vida que deveríamos viver, mas é nossa realidade.Então cansei...
Me dê a vida que tenho direito ou a morte que mereço.
Contarei os dias numa contagem regressiva para a chegada do regresso, com a expectativa de que milagres existem e que por certo...
Sinto um frio incomum, um aviso desconexo
de que a vida é isso: um par de momentos, uma bandagem nos ferimentos.
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